O projeto para a realização do primeiro Festival Estudantil de Teatro foi criado em julho de 1999, pelo então estudante de Letras do UNI-BH, Byron O’Neill, hoje cineasta e ator, e por Bárbara Bof, que na época cursava o terceiro ano do Colégio Marconi e, atualmente, é atriz formada pelo Curso Profissionalizante de Atores do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (CEFAR), gestora em comunicação social, coordenadora geral do FETO e sócia da Associação No Ato Cultural.

A idéia do Festival veio da intenção de mobilizar, dar oportunidade e estimular pessoas que, assim como eles, tinham vontade de produzir, mas que, muitas vezes, não conseguiam expor seus trabalhos. O FETO recebeu o apoio do DCE do UNI-BH e dos teatros Casa Nova e Teatro da Praça, onde foram apresentadas, no período de 15 a 24 de novembro, as peças selecionadas.

O festival obteve a inscrição de 25 peças, totalizando 312 pessoas inscritas, em sua maioria estudantes secundaristas. Foram selecionados 12 espetáculos – nove adultos e três infantis – com um total de 161 participantes. A banca julgadora foi composta por Beth Grandi, Raimundo Farinelli, Raquel Campolina, Dilson Mayron e Cynthia Falabella. Foram mais de dois mil presentes, com uma média de 70 pessoas por espetáculo, em sua maioria pessoas que não costumam ir ao teatro. Os ingressos foram vendidos ao preço popular de 2 reais.

Fizeram parte da programação do FETO 1999 os espetáculos adultos e infantis de palco:

Adultos:
– A Eterna Luta Entre o Homem e a Mulher
– Entre o Céu e a Terra Ainda Há o Que Se Esperar
– Doutor Risonho: O Risoterapeuta
– Masculina / Feminino
– Véu e Grinalda
– Conjunto Vazio
– Brasil, Que História é Essa?
– O Diário de Isabel
– Raízes I

Infantis:
– O Auto do Sapo Mágico
– O Cientista Enfeitiçado
– Deu Bixo na Bruxa

Desde o primeiro ano de festival, a cerimônia de premiação é regida por um tema. O primeiro escolhido foi o “Século XVIII”.

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